O preço do gás de cozinha na Bahia deve ficar, em média, R$ 5 mais caro a partir desta sexta-feira (2), primeiro dia útil de 2026. A informação foi confirmada pelo Sindicato dos Revendedores de Gás da Bahia, que aponta uma combinação de fatores tributários e operacionais como responsáveis pelo reajuste.
Entre os principais motivos está a mudança na cobrança do ICMS sobre o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), definida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Com a nova regra, o imposto passa a ser calculado com valor maior por quilo do produto, impactando diretamente o preço final do botijão.
Outro fator citado pelo setor é o aumento no valor do gás fornecido pela Acelen, empresa que administra a Refinaria de Mataripe. Segundo os revendedores, a elevação nos custos de aquisição, somada à carga tributária e às despesas operacionais, acaba sendo repassada ao consumidor.
O reajuste ocorre em um contexto de pressão sobre o orçamento das famílias, já que o gás de cozinha é um item essencial no dia a dia da população e representa parcela significativa dos gastos domésticos, especialmente entre consumidores de menor renda.
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